Ano 6 – Número 215 – 17.11.06      

 

 

Eretz Peretz e Bienal de Artes

Um grande show de percussão recheado de músicas e ritmos brasileiros abriu a segunda edição do Eretz Peretz (antiga Feira da Paz) em novembro. O grupo deixou clara a sua evolução: tocou de baião até um belo samba, e seus componentes acompanharam o ritmo com passos coreografados, entusiasmando a platéia. “Eles sentem que podem ser eles mesmos durante as aulas. Estão cada vez mais interessados, assumindo funções dentro do grupo, pedindo ritmos novos. Estão muito mais concentrados”, afirma a professora, Maria Carolina Simões dos Santos, que comanda a trupe. Os projetos mostrados no Eretz Peretz deste ano provaram que a preocupação ética e social dos estudantes do Colégio I.L. Peretz é legítima. Pela primeira vez, os alunos da 6ª e da 7ª séries puderam escolher livremente seus temas. Com isso, o enfoque mudou bastante.

Assuntos como divórcio, relacionamento, fome e mídia entraram em cena, todos relacionados à questão da cidadania, em detrimento dos tradicionais projetos de Física, Química ou Biologia. “Os trabalhos ficaram muito bons, pois refletem temas com os quais os alunos se identificaram”, afirma a coordenadora pedagógica do Ensino Fundamental II, Roxane Abreu Nascimento.

A equipe que escolheu pesquisar sobre mídia produziu um dos trabalhos mais criativos: um programa de notícias ao vivo, com platéia e repórteres que faziam “entradas” para informar à audiência a respeito dos resultados da pesquisa. Outro que chamou a atenção foi o trabalho Quanto Tempo o Tempo Tem, da 5ª série. Resultado de um projeto que começa já no primeiro dia de aula, ele envolveu as disciplinas de História (que trabalhou os períodos históricos e os calendários convencionados em cada cultura), História Judaica (que aborda o tempo dos acontecimentos com o povo judeu) e Computação (em que os estudantes montaram sua própria linha do tempo com fotos, músicas, cartas etc.). No dia da exposição, seus pais puderam ver, em computadores, as apresentações que os filhos preparam sobre sua própria linha do tempo, além de observar, pendurados nas paredes, os relógios que os estudantes confeccionaram com duas representações: a divisão entre Pré-história (11h59) e História (1 minuto), mostrada com os ponteiros, e a que separou os períodos da história (antiga, média, moderna e contemporânea), representados por divisões em um barbante de dez metros.   

Os alunos da 8ª apresentaram seus projetos da Menorá de Prata, todos ligados ao meio ambiente. Temas como o reuso da água e as energias alternativas (biogás, energia heólica, biodiesel) foram explorados em experimentos que, inclusive, propuseram soluções a alguns problemas. A novidade no Ensino Médio foi o sinal verde para que os grupos montassem instalações. Por isso, suas apresentações foram menos formais, mais criativas e interativas.

Extraclasse

Também trabalhos de atividades extraclasse propostas foram contemplados na mostra. O Projeto Jovens Físicos, por exemplo, formado por alunos que se reúnem voluntariamente para aprofundar seus conhecimentos em Física, fez duas apresentações em um Show de Física, no qual demonstraram alguns de seus experimentos. O número da vela seduziu a platéia. Em uma pirex, um dos alunos colocou suco de uva em volta de uma vela acesa. Em seguida, tampou a vela com um copo. O suco de uva automaticamente entrou no copo e subiu, ao mesmo tempo em que a vela se apagou, demonstrando que, ao término do oxigênio dentro do copo, a pressão de dentro ficou menor que a de fora do recipiente, o que “empurrou” o suco. Outro grupo que demonstrou criatividade foi o das alunas que adotaram o tema Doutores da Alegria. Em vez de uma apresentação monótona com cartazes e explicações, elas estudaram algumas das técnicas utilizadas pelos “médicos-doutores”, na internet e num documentário a que assistiram, e reproduziram seus números. O resultado foi muito instrutivo e divertido. “Já havíamos nos interessado pelo tema mesmo antes de chegar a hora de escolher um projeto”, dizem as integrantes do grupo, Camila Marx Cohen, Flavia Kuhn e Isabela Spector Antunes, todas da 1ª série do Ensino Médio. “A mostra foi muito interessante. Os alunos se empenharam bastante e o resultado foi um trabalho maravilhoso”, afirma Raquel Zeiger, tia de alunos da 5ª e da 6ª séries. Para Carlos Alberto de Oliveira, pai de alunos da 6ª e da 7ª, o que mais agradou foram os jogos montados pelas séries. “Além de ajudar a fazer uma reflexão sobre temas interessantes, eram divertidos e criativos”, elogia. Silvia Steinbruch, 16, integrante do grupo de percussão, conta que, para ela, participar da atividade é uma maneira de descarregar energia, além de aprender a tocar um instrumento. “Sinto um grande alívio”, diz.

 

Olimpíadas Acadêmicas

Nosso aluno David Nissimoff (2º ano do EM) conquistou mais uma medalha, sua primeira na Olimpíada Paulista de Matemática. Desta vez ele ficou com a prata. “Foi uma conquista. Isso mostra que estou no caminho certo”, diz. David conta que, como nos outros torneios em que medalhou, não fez nenhuma preparação especial, fez a prova apenas com os conhecimentos adquiridos nas aulas de Matemática da escola. Ele recebeu a medalha no Palácio dos Bandeirantes, sede do governo estadual. Parabéns, David!

 

Olimpíadas Acadêmicas 2

Ontem foi realizada na escola a etapa final do VI Chidon Tanach Márcia Nigri 2006. Em seguida, aconteceu a entrega dos prêmios das Olimpíadas de Matemática, Física e Tanach do Peretz. A Tecnisa, do pai de aluno Meyer Joseph Nigri, que patrocina a premiação, enviou como representante André Coji, que prestigiou os vencedores. Os prêmios distribuídos neste ano foram vales substanciosos da Fnac. “Sem a Tecnisa, essa olimpíada não teria o brilho que tem”, afirma a diretora pedagógica do Peretz, Gita Guinsburg.

 

 

Dança

Os grupos de dança do Peretz fazem duas apresentações neste final de semana, dias 18 e 19 de novembro, em seu tradicional show de encerramento do ano. O tema será Danças da Terra. O show terá 16 coreografias e vários figurinos inéditos. Os lugares são marcados. O espetáculo foi organizado em dois dias para poder acomodar a todos. “Todo ano havia reclamação de falta de lugar para todos os que queriam assistir”, diz Gingi, que comemora o sucesso do trabalho.

 

O quê: show Danças da Terra

Quando:

18/11 (sábado) – 20h 

19/11 (domingo) – 17h30

Onde: teatro Arthur Rubinstein (A Hebraica)

 

Esperamos todos lá!

 

 

Despedida

Os alunos do 3º ano inauguraram, nesta semana, o “muro da fama” do Peretz. Em parte de uma parede da lanchonete da unidade Madre Cabrini, eles ganharam um quadro com massa corrida fresca. Lá deixaram a marca de suas mãos, identificadas com seus nomes. O registro será uma lembrança agradável para quando, já adultos, vierem visitar a escola. A atividade vai acontecer com todas as 3as séries daqui em diante.

 

 

PrevPeretz

Os alunos da 8ª série apresentaram ontem seus trabalhos a respeito dos efeitos do fumo ao organismo humano, dentro do Projeto PrevPeretz. Eles fizeram pesquisas e montaram apresentações usando programas de informática que eles mesmos escolheram. A idéia, além de conscientizar sobre os comportamentos de risco, foi incentivar os estudantes a tirarem suas próprias conclusões sobre o assunto.

 

 

 

Parashat da semana: Chaiê Sara

Horário de Acendimento das Velas: 19h10

Caso deseje enviar suas críticas, sugestões e comentários ou recomendar este informativo a um amigo, envie sua mensagem para comunicacao@peretz.com.br.

Caso tenha recebido este e-mail por engano ou não queira mais fazer parte de nossa base de dados, basta clicar aqui mailto:webmaster@peretz.com.br?Subject=Retirar  que seu registro sairá de nosso sistema definitivamente. Neste caso, se você desejar receber e-mails novamente, basta voltar ao nosso site.

 

 

 

 

 

 

 

--
No virus found in this incoming message.
Checked by AVG Free Edition.
Version: 7.5.430 / Virus Database: 268.14.6/536 - Release Date: 16/11/2006 15:51

Ano 6 – Número 215 – 17.11.06      

 

 

Eretz Peretz e Bienal de Artes

Um grande show de percussão recheado de músicas e ritmos brasileiros abriu a segunda edição do Eretz Peretz (antiga Feira da Paz) em novembro. O grupo deixou clara a sua evolução: tocou de baião até um belo samba, e seus componentes acompanharam o ritmo com passos coreografados, entusiasmando a platéia. “Eles sentem que podem ser eles mesmos durante as aulas. Estão cada vez mais interessados, assumindo funções dentro do grupo, pedindo ritmos novos. Estão muito mais concentrados”, afirma a professora, Maria Carolina Simões dos Santos, que comanda a trupe. Os projetos mostrados no Eretz Peretz deste ano provaram que a preocupação ética e social dos estudantes do Colégio I.L. Peretz é legítima. Pela primeira vez, os alunos da 6ª e da 7ª séries puderam escolher livremente seus temas. Com isso, o enfoque mudou bastante.

Assuntos como divórcio, relacionamento, fome e mídia entraram em cena, todos relacionados à questão da cidadania, em detrimento dos tradicionais projetos de Física, Química ou Biologia. “Os trabalhos ficaram muito bons, pois refletem temas com os quais os alunos se identificaram”, afirma a coordenadora pedagógica do Ensino Fundamental II, Roxane Abreu Nascimento.

A equipe que escolheu pesquisar sobre mídia produziu um dos trabalhos mais criativos: um programa de notícias ao vivo, com platéia e repórteres que faziam “entradas” para informar à audiência a respeito dos resultados da pesquisa. Outro que chamou a atenção foi o trabalho Quanto Tempo o Tempo Tem, da 5ª série. Resultado de um projeto que começa já no primeiro dia de aula, ele envolveu as disciplinas de História (que trabalhou os períodos históricos e os calendários convencionados em cada cultura), História Judaica (que aborda o tempo dos acontecimentos com o povo judeu) e Computação (em que os estudantes montaram sua própria linha do tempo com fotos, músicas, cartas etc.). No dia da exposição, seus pais puderam ver, em computadores, as apresentações que os filhos preparam sobre sua própria linha do tempo, além de observar, pendurados nas paredes, os relógios que os estudantes confeccionaram com duas representações: a divisão entre Pré-história (11h59) e História (1 minuto), mostrada com os ponteiros, e a que separou os períodos da história (antiga, média, moderna e contemporânea), representados por divisões em um barbante de dez metros.   

Os alunos da 8ª apresentaram seus projetos da Menorá de Prata, todos ligados ao meio ambiente. Temas como o reuso da água e as energias alternativas (biogás, energia heólica, biodiesel) foram explorados em experimentos que, inclusive, propuseram soluções a alguns problemas. A novidade no Ensino Médio foi o sinal verde para que os grupos montassem instalações. Por isso, suas apresentações foram menos formais, mais criativas e interativas.

Extraclasse

Também trabalhos de atividades extraclasse propostas foram contemplados na mostra. O Projeto Jovens Físicos, por exemplo, formado por alunos que se reúnem voluntariamente para aprofundar seus conhecimentos em Física, fez duas apresentações em um Show de Física, no qual demonstraram alguns de seus experimentos. O número da vela seduziu a platéia. Em uma pirex, um dos alunos colocou suco de uva em volta de uma vela acesa. Em seguida, tampou a vela com um copo. O suco de uva automaticamente entrou no copo e subiu, ao mesmo tempo em que a vela se apagou, demonstrando que, ao término do oxigênio dentro do copo, a pressão de dentro ficou menor que a de fora do recipiente, o que “empurrou” o suco. Outro grupo que demonstrou criatividade foi o das alunas que adotaram o tema Doutores da Alegria. Em vez de uma apresentação monótona com cartazes e explicações, elas estudaram algumas das técnicas utilizadas pelos “médicos-doutores”, na internet e num documentário a que assistiram, e reproduziram seus números. O resultado foi muito instrutivo e divertido. “Já havíamos nos interessado pelo tema mesmo antes de chegar a hora de escolher um projeto”, dizem as integrantes do grupo, Camila Marx Cohen, Flavia Kuhn e Isabela Spector Antunes, todas da 1ª série do Ensino Médio. “A mostra foi muito interessante. Os alunos se empenharam bastante e o resultado foi um trabalho maravilhoso”, afirma Raquel Zeiger, tia de alunos da 5ª e da 6ª séries. Para Carlos Alberto de Oliveira, pai de alunos da 6ª e da 7ª, o que mais agradou foram os jogos montados pelas séries. “Além de ajudar a fazer uma reflexão sobre temas interessantes, eram divertidos e criativos”, elogia. Silvia Steinbruch, 16, integrante do grupo de percussão, conta que, para ela, participar da atividade é uma maneira de descarregar energia, além de aprender a tocar um instrumento. “Sinto um grande alívio”, diz.

 

Olimpíadas Acadêmicas

Nosso aluno David Nissimoff (2º ano do EM) conquistou mais uma medalha, sua primeira na Olimpíada Paulista de Matemática. Desta vez ele ficou com a prata. “Foi uma conquista. Isso mostra que estou no caminho certo”, diz. David conta que, como nos outros torneios em que medalhou, não fez nenhuma preparação especial, fez a prova apenas com os conhecimentos adquiridos nas aulas de Matemática da escola. Ele recebeu a medalha no Palácio dos Bandeirantes, sede do governo estadual. Parabéns, David!

 

Olimpíadas Acadêmicas 2

Ontem foi realizada na escola a etapa final do VI Chidon Tanach Márcia Nigri 2006. Em seguida, aconteceu a entrega dos prêmios das Olimpíadas de Matemática, Física e Tanach do Peretz. A Tecnisa, do pai de aluno Meyer Joseph Nigri, que patrocina a premiação, enviou como representante André Coji, que prestigiou os vencedores. Os prêmios distribuídos neste ano foram vales substanciosos da Fnac. “Sem a Tecnisa, essa olimpíada não teria o brilho que tem”, afirma a diretora pedagógica do Peretz, Gita Guinsburg.

 

 

Dança

Os grupos de dança do Peretz fazem duas apresentações neste final de semana, dias 18 e 19 de novembro, em seu tradicional show de encerramento do ano. O tema será Danças da Terra. O show terá 16 coreografias e vários figurinos inéditos. Os lugares são marcados. O espetáculo foi organizado em dois dias para poder acomodar a todos. “Todo ano havia reclamação de falta de lugar para todos os que queriam assistir”, diz Gingi, que comemora o sucesso do trabalho.

 

O quê: show Danças da Terra

Quando:

18/11 (sábado) – 20h 

19/11 (domingo) – 17h30

Onde: teatro Arthur Rubinstein (A Hebraica)

 

Esperamos todos lá!

 

 

Despedida

Os alunos do 3º ano inauguraram, nesta semana, o “muro da fama” do Peretz. Em parte de uma parede da lanchonete da unidade Madre Cabrini, eles ganharam um quadro com massa corrida fresca. Lá deixaram a marca de suas mãos, identificadas com seus nomes. O registro será uma lembrança agradável para quando, já adultos, vierem visitar a escola. A atividade vai acontecer com todas as 3as séries daqui em diante.

 

 

PrevPeretz

Os alunos da 8ª série apresentaram ontem seus trabalhos a respeito dos efeitos do fumo ao organismo humano, dentro do Projeto PrevPeretz. Eles fizeram pesquisas e montaram apresentações usando programas de informática que eles mesmos escolheram. A idéia, além de conscientizar sobre os comportamentos de risco, foi incentivar os estudantes a tirarem suas próprias conclusões sobre o assunto.

 

 

 

Parashat da semana: Chaiê Sara

Horário de Acendimento das Velas: 19h10

Caso deseje enviar suas críticas, sugestões e comentários ou recomendar este informativo a um amigo, envie sua mensagem para comunicacao@peretz.com.br.

Caso tenha recebido este e-mail por engano ou não queira mais fazer parte de nossa base de dados, basta clicar aqui mailto:webmaster@peretz.com.br?Subject=Retirar  que seu registro sairá de nosso sistema definitivamente. Neste caso, se você desejar receber e-mails novamente, basta voltar ao nosso site.